Opree pessoal, tudo bem?
bom, vou postar hoje, sobre um tema muito polêmico nos dias de hoje.
A legalização da maconha (cannabis sativa) é defendida por muitas pessoas de forte influência no cenário nacional, como por exemplo o ministro do meio ambiente, Carlos Minc, entre outros.
Mais porquê a sociedade tem um preconceito tão forte contra a "erva verde"? Eu tenho a resposta, pelo menos eu creio que seja a verdade sobre essa droga.
É provável que o maior motivo da proibição tenha sido “culpa” da Du Pont, que na década de 20 estava desenvolvendo produtos à base de petróleo e também investindo em papel feito de madeira, nesta mesma época, acabara de descobrir o náilon.
Lendo o parágrafo acima talvez você não entenda nada, o que o náilon tem a ver com a maconha e por que a Du Pont tem culpa de alguma coisa? Simples, naquela época quase tudo era feito de cânhamo… o papel dos jornais eram feitos de cânhamo, roupas eram feitas de cânhamo e as fibras de cânhamo eram as grandes “fodelonas” da época, muito dinheiro era produzido com as plantações de maconha.
O problema é que a Du Pont investiu pesado até conseguir descobrir o náilon, feito de material sintético e com um custo maior do que a maconha, que emprestava aos produtos que eram feitos à base dela uma bela fibra natural de custo baixíssimo – o que, vocês sabem, não interessava a nenhum governo.
Enquanto isto acontecia, outra coisa – também muito interessante – estava rolando não muito longe daqui. William Randolph Hearst era, sem dúvida alguma, a pessoa mais influente dos Estados Unidos, com sua inacreditavelmente grande rede de jornais ele era o maior formador de opiniões que a américa já tivera até então.
Em meio a Revolução Mexicana de 1910 as tropas de Pancho Villa tomaram uma enorme propriedade de Hearst que tinha uma de suas plantações de eucalipto para produção de papel. William Hearst era uma das pessoas mais preconceituosas do universo e – uma coisa que ele adorava deixar claro – odiava os mexicanos, que além de invadirem uma de suas lucrativas propriedades, ainda adoravam a maldita maconha, de onde vinha o demoníaco cânhamo que servia também para a produção de papel que tinha um custo menor do que o oferecido por ele e com a mesma qualidade.
Ninguém sabe exatamente se esse papo do papel era motivo para tamanho feito, mas Hearst não pensou duas vezes ao executar a idéia que teve depois de beber algumas cervejas naquele sábado chuvoso do dia 19 de novembro de 1932, onde decidiu acabar de vez com a maconha, espalhando e criando boatos sobre ela.
Nos acostumamos com muitas coisas que ele inventou, ou vai dizer que desde pequeno você não ouve dizer que a maconha mata os neurônios? Pois é, este foi apenas um dos boatos que foram inventados há mais de 70 anos e até hoje não foram comprovados cientificamente. Hearst tinha em mãos um gigantesco jornal, onde todos os dias colocava notícias falsas à respeito da maconha. Quase todas elas foram engolidas pelo povo, que fez questão de passá-las adiante.
Bom o texto realmente é grande, mas acho que vale muito a pena ler, e ter uma outra visão sobre esse assunto!
esse texto é original de um trabalho de direito penal que eu mesmo fiz para a faculdade
agradeço a todos que me ajudaram a discutir sobre o tema.
beijos, Lucas Zeulli
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